“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho” (Mahatma Gandhi).
Trabalhei em uma empresa que tinha entre seus valores a felicidade. Isso significava que pessoas que buscavam ser felizes tinham ali um espaço para buscar seus ideais e compartilhar suas bem-aventuranças.
Lembro-me que tínhamos um acróstico para facilitar a lembrança dos valores empresariais daquela organização: FIRME. Essa era a palavra e a letra F era de Felicidade. Não me lembro com clareza do significado das outras letras, mas o da primeira, a do princípio de tudo, era “F” de Felicidade e isso era inesquecível. Era claro para mim que ali, naquela empresa, eu poderia encontrar o sentido profissional da minha vida. E durante todo o tempo em que lá trabalhei, me dediquei como se o meu salário fosse o do presidente. Nossos valores batiam e isso se transformava em um entusiasmo que permeava por toda a organização.
Vale a pena lembrar que, de uma forma simplista, valores empresariais são os princípios que guiam os comportamento e atitudes das pessoas que trabalham em uma organização. Quando esses valores são diferentes dos valores dos colaboradores, favorece o surgimento de conflitos gerados pela incoerência dos sentimentos da pessoa com as expectativas principalmente comportamentais da empresa.
É interessante perceber que, apesar das organizações serem formadas por pessoas e a busca pela felicidade ser inerente ao ser humano, a felicidade empresarial normalmente é diferente da felicidade pessoal. A felicidade empresarial está muito mais voltada para o financeiro, para o econômico, para o mercado, enquanto que a felicidade de cada um de seus colaboradores está na satisfação pessoal, individual e muitas vezes intransferível. Isso pode ser antagônico e trazer conseqüências funestas, apesar de que valores congruentes entre empresa e empregados também não são garantia absoluta de sucesso.
Exemplo disso é que, Infelizmente, aquela empresa que tinha felicidade como um dos seus valores, hoje não existe mais. Uma pena…






Ed, essa música é linda mas meio deprê. Acho que o maior erro é falarmos que temos que “buscar a felicidade”, na verdade o mais correto é dizersmo que precisamos “construir a felicidade”. A ciência já mostrou através de estudos que os fatores externos (aumento de salário, uma casa nova, férias no exterior, um novo romance, etc) contribuem com apenas 10% do nível de felicidade da pessoa. O resto são fatores genéticos (50%) e comportamental-como encaramos as coisas (40%). Interessante hein?
Olha uma tirinha da Mafalda sobre felicidade ( http://cronicasurbanas.wordpress.com/2008/05/19/mafalda-e-a-felicidade/ )