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		<title>Sobre a felicidade como valor empresarial</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 00:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho” (Mahatma Gandhi).

Trabalhei em uma empresa que tinha entre seus valores a felicidade. Isso significava que pessoas que buscavam ser felizes tinham ali um espaço para buscar seus ideais e compartilhar suas bem-aventuranças. Lembro-me que tínhamos um acróstico para facilitar a lembrança dos valores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho” (Mahatma Gandhi).<br />
</em></p>
<p>Trabalhei em uma empresa que tinha entre seus valores a felicidade. Isso significava que pessoas que buscavam ser felizes tinham ali um espaço para buscar seus ideais e compartilhar suas bem-aventuranças. <img class="alignleft size-full wp-image-286" title="valoresx" src="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/valoresx1.jpg" alt="valoresx" width="309" height="360" />Lembro-me que tínhamos um acróstico para facilitar a lembrança dos valores empresariais daquela organização: FIRME. Essa era a palavra e a letra F era de Felicidade. Não me lembro com clareza do significado das outras letras, mas o da primeira, a do princípio de tudo, era &#8220;F&#8221; de Felicidade e isso era inesquecível. Era claro para mim que ali, naquela empresa, eu poderia encontrar o sentido profissional da minha vida. E durante todo o tempo em que lá trabalhei, me dediquei como se o meu salário fosse o do presidente. Nossos valores batiam e isso se transformava em um entusiasmo que permeava por toda a organização.</p>
<p>Vale a pena lembrar que, de uma forma simplista, valores empresariais são os princípios que guiam os comportamento e atitudes das pessoas que trabalham em uma organização. Quando esses valores são diferentes dos valores dos colaboradores, favorece o surgimento de conflitos gerados pela incoerência dos sentimentos da pessoa com as expectativas principalmente comportamentais da empresa.</p>
<p>É interessante perceber que, apesar das organizações serem formadas por pessoas e a busca pela felicidade ser inerente ao ser humano, a felicidade empresarial normalmente é diferente da felicidade pessoal. A felicidade empresarial está muito mais voltada para o financeiro, para o econômico, para o mercado, enquanto que a felicidade de cada um de seus colaboradores está na satisfação pessoal, individual e muitas vezes intransferível. Isso pode ser antagônico e trazer conseqüências funestas, apesar de que valores congruentes entre empresa e empregados também não são garantia absoluta de sucesso.</p>
<p>Exemplo disso é que, Infelizmente, aquela empresa que tinha felicidade como um dos seus valores, hoje  não existe mais. Uma pena&#8230;<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ka44wBAypuA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Ka44wBAypuA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Low Morale &#8211; Quem nunca viveu as situações retratadas por ele ?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 21:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O lado corporativo, quando retratado com humor, gera oportunidades de grandes gargalhadas. Algumas pessoas tem uma habilidade espantosa de traduzir situações rotineiras para uma linguagem cômica que nos leva a rir de nós mesmos. Afinal quem é que nunca viveu as situações retratadas pelo Soctt Adams nas tirinhas do Dilbert (tem uma que postei um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="file:///C:/Users/EDIMIL%7E1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /><a href="http://www.lowmorale.co.uk/" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-269" title="Low Morale1" src="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Low-Morale1.jpg" alt="Low Morale1" width="180" height="139" /></a>O lado corporativo, quando retratado com humor, gera oportunidades de grandes gargalhadas. Algumas pessoas tem uma habilidade espantosa de traduzir situações rotineiras para uma linguagem cômica que nos leva a rir de nós mesmos. Afinal quem é que nunca viveu as situações retratadas pelo Soctt Adams nas tirinhas do <a href="http://www.dilbert.com/" target="_blank">Dilbert</a> (tem uma que postei um dia desses&#8230;), no nosso dia a dia empresarial ?</p>
<p>Descobri um outro expoente desse humor mordaz. Na realidade, fui apresentado a ele pelo amigo <a href="http://leonardomorbeck.blogspot.com/" target="_blank">Leonardo Morbek</a>, grande caricaturista e desde então, venho dando grandes gargalhadas. Estou falando do <a href="http://www.lowmorale.co.uk/" target="_blank">Low Morale</a>. Vale a pena uma visita. É admirável o talento desse cara. Dê um click no link e bom divertimento.</p>
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		<title>Natureza&#8230; um diferencial competitivo</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 19:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de línguas diferentes, tamanho, cor, raça, religião, tonalidade dos olhos; além das fronteiras entre países, estados, municípios, etc&#8230;existe um elo que une a todos nós:  A nossa casa&#8230;Como assim? Somos todos habitantes do Planeta Terra. E não há como dissociar Planeta Terra de Natureza.
Tá e o que tem isso a ver com as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de línguas diferentes, tamanho, cor, raça, religião, tonalidade dos olhos; além das fronteiras entre países, estados, municípios, etc&#8230;existe um elo que une a todos nós:  A nossa casa&#8230;Como assim? Somos todos habitantes do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta_terra" target="_blank">Planeta Terra</a>. E não há como dissociar Planeta Terra de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Natureza" target="_blank">Natureza</a>.<br />
Tá e o que tem isso a ver com as corporações?<br />
Simples&#8230; Já não basta dar atenção aos clientes. Não é suficiente dar atenção aos não clientes. As organizações têm que buscar, além de tudo isso, serem também socialmente responsáveis e isso passam por ter consciência ecológica, se preocuparem com o meio-ambiente, com a natureza.<br />
<a href="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/arvore-agua2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-258" title="arvore agua" src="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/arvore-agua2.jpg" alt="arvore agua" width="226" height="230" /></a>Essa postura, hoje, já pode ser um diferencial competitivo. Organizações socialmente responsáveis já tem a preferência de muitos clientes. Existem licitações que pontuam melhor empresas que possuem ações voltadas para a conservação do meio-ambiente. Já não é somente o preço que vale.<br />
O consumismo elevado, aliado à ambição desmedida tem levado ao desmatamento, à exploração dos recursos naturais de forma irresponsável com um foco imediatista que pode prejudicar de maneira irremediável as próximas gerações. Temos que pensar no futuro.<br />
Bacana que muitas iniciativas vêm surgindo visando conscientizar o ser humano de que ele deve cuidar da sua casa (coisa básica, né?).<br />
Quero compartilhar esse vídeo do SOS Mata Atlântica. De uma forma criativa e bem humorada, ele nos dá uma dica de como participar dessa cruzada em favor do ambiente em que vivemos economizando água potável. É bom lembrar que nos dias de hoje, apesar de algumas pessoas acharem que é fantasia, muita gente morre de sede no mundo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XZ_DNc1zbxI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/XZ_DNc1zbxI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E antes que eu me esqueça&#8230; Salvem as baleias&#8230;</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mV2WdLerwP4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mV2WdLerwP4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Philip Kotler&#8230; esse é fera.</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 21:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem pessoas que nascem para iluminar o mundo com o seu conhecimento. Philip Kotler é uma dessas pessoas.  O que ele fala é de uma simplicidade impressionante que sempre nos leva a pensar: como não pensei nisso antes ? Aliás, a simplicidade é sempre presente nas mensagens dos sábios. Pensem nisso.
E por falar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem pessoas que nascem para iluminar o mundo com o seu conhecimento. Philip Kotler é uma dessas pessoas.  O que ele fala é de uma simplicidade impressionante que sempre nos leva a pensar: como não pensei nisso antes ? Aliás, a simplicidade é sempre presente nas mensagens dos sábios. Pensem nisso.<br />
E por falar em Phillip Kotler, taí alguns videos do homem&#8230;</p>
<p>Neste ele fala de Marketing Estratégico:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0F2_SL3aqkY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/0F2_SL3aqkY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Neste também:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bilOOPuAvTY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/bilOOPuAvTY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Já neste, ele fala sobre como as empresas podem criar seu próprio marketing:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0NNMKuLsLuA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/0NNMKuLsLuA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Bacana, não ???</p>
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		<title>Sobreviver ao caos é possível – Philip Kotler dá a receita</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 15:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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Toda essa certeza, imutável a gerações, vira água quando o mundialmente respeitado guru americano  de marketing, Philip Kotler,  afirma que “a turbulência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos acostumados a enfrentar turbulências organizacionais, mercadológicas, climáticas, etc&#8230; entretanto, tudo isso, até então,  trazia consigo um sentimento de esperança alimentado pela certeza de que “depois da tempestade viria a bonança”.<br />
<a href="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/Kotler-e-Caslione.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-222" title="Kotler e Caslione" src="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/Kotler-e-Caslione.jpg" alt="Kotler e Caslione" width="135" height="79" /></a>Toda essa certeza, imutável a gerações, vira água quando o mundialmente respeitado guru americano  de marketing, Philip Kotler,  afirma que “a turbulência é a nova normalidade.” E mais, revela como as empresas podem sobreviver nesse cenário. Ele,  juntamente com o consultor americano John A. Caslione, lançaram um novo livro: Vencer no Caos. Esse livro foi assunto  da <a href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Revista Exame</a>, na sua edição número 493.<br />
Segundo a revista, os autores prevêem que, ainda que a tormenta passe logo, o alívio será temporário e novas tempestades poderão atingir a empresas de todo o planeta.<br />
Ressaltam a importância de contemplar mais cenários no planejamento e tentar prever novas ameaças. <img class="alignright size-full wp-image-228" title="Vencer no caoes" src="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/Vencer-no-caoes1.jpg" alt="Vencer no caoes" width="218" height="314" />Para isso, os presidentes de empresas devem mudar seu comportamento, devendo perceber as mudanças pessoalmente e não simplesmente lendo relatórios.<br />
Eles pregam também o investimento, para  empresas que têm dinheiro em caixa, no fortalecimento de suas marcas. Lembram que a Apple, de Steve Jobs, lançou o iPod em meio a crise de 2001. Nesse mesmo período, a Intel investiu 14% das suas vendas (equivalente a 174% dos lucros) para desenvolver chips cada vez mais velozes, compactos e baratos. Suas vendas cresceram a taxas recordes na década.<br />
Veja os mandamentos de Kotler, presentes no livro e citados na <a href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Revista Exame</a> copiados na íntegra abaixo:<br />
1-	Faça planejamento de curta duração<br />
“Em tempos de caos, o plano estratégico tradicional de 3 anos é anacronicamente inútil”, afirmam os autores. O recomendável, segundo eles, é fazer planos de curta duração que sejam revistos periodicamente.<br />
2-	Saia do escritório.<br />
Adotar a postura do executivo encastelado, que conhece o mundo apenas por meio de relatórios e não pela própria experiência, nunca foi tão perigoso quanto agora. “O presidente de uma empresa hoje precisa perceber as mudanças pessoalmente (&#8230;). Deve visitar uma empresa de nanotecnologia ou biotecnologia, conversar com um grupo de jovens de 20 anos ou discutir com ambientalistas ou ativistas contra a globalização para entender como eles pensam.”<br />
3-	Invista em marketing<br />
Assim como ocorre com a inovação, os investimentos em marketing costumam ser as primeiras vítimas de cortes em tempos de crise. Resista a esse impulso. “Cortar seus gastos com marketing dará aos concorrentes mais agressivos o espaço que precisam para roubar seus clientes. Marketing é músculo, não gordura”, dizem.<br />
4-	Conheça seus clientes<br />
Os autores defendem que, mais do que nunca, os executivos precisam manter os investimentos em pesquisas para conhecer os clientes. “Sob a pressão da crise, os consumidores podem  mudar seus hábitos de consumo – mesmo aqueles que você sempre achou que conhecia bem. Fique perto deles. Pesquise-os diariamente mais do que antes.”<br />
5-	Mantenha os talentos<br />
Por mais que seja tentador recorrer às demissões para segurar os resultados de curto prazo, Kotler defende que esse deve ser o último recurso. “Se você demitir bons profissionais durante uma recessão, você terá de provavelmente recontratá-los quando a situação melhorar – o que muitas vezes pode custar mais caro.”<br />
6-	Corte marcas mais fracas<br />
Se uma marca está perdendo dinheiro ou ainda levará muito tempo para se consolidar, elimine-a. Na hora do aperto não dá para continuar colocando dinheiro em projetos que não trazem resultados. “Em tempos de turbulências, você precisa valorizar ainda mais suas marcas e seus produtos mais fortes.”<br />
Boas dicas&#8230; Taí por que o cara é o máximo.</p>
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		<title>Chicken a la carte &#8211; retratos que não queremos ver</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 07:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recebi este  vídeo, vi  e gostaria de compartilhar com vocês. Relutei um pouco em postá-lo pensando que talvez não fosse adequado para um blog que se propõe a falar de coisas corporativas. Para justificar fiz um viés que pra mim, pelo menos, faz sentido. As corporações, assim como a sociedade de maneira geral [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi este  vídeo, vi  e gostaria de compartilhar com vocês. Relutei um pouco em postá-lo pensando que talvez não fosse adequado para um blog que se propõe a falar de coisas corporativas. Para justificar fiz um viés que pra mim, pelo menos, faz sentido. As corporações, assim como a sociedade de maneira geral é formada por pessoas e pessoas são inteiras e não pedaços pessoais, profissonais, etc&#8230;na realidade é a somatória disso tudo. E como o vídeo fala de pessoas, fala de gente, de seres humanos, então posso colocar no blog.<br />
Não consigo traduzir em palavras o que senti quando o assisti, mas um questionamento se fez absolutamente presente: “Será que estamos executando bem o nosso papel na sociedade ?”<br />
No filme, podemos questionar a ideologia, se a pessoa está agindo de forma correta ou não, entretanto não quero me ater a essas miopias. Prefiro ver a ferida maior.<br />
Situações como a mostrada neste filme leva-nos normalmente e naturalmente a refletir, mas o convite que gostaria de fazer a todos é o de que não fiquem apenas na reflexão. Partam para a ação, se sintam indignados. Façam alguma coisa. Vamos fazer a nossa parte.<br />
As cenas não são muito diferentes das que podemos ver olhando para os lados, no nosso País, no nosso Estado, aqui, na nossa Cidade.<br />
Lembrei da música do Titãs chamada Miséria. A letra é a seguinte:</p>
<p><em>“Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Riquezas são diferentes<br />
Índio, mulato, preto, branco<br />
Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Riquezas são diferentes<br />
Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Filhos, amigos, amantes, parentes<br />
Riquezas são diferentes<br />
Ninguém sabe falar esperanto<br />
Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Todos sabem usar os dentes<br />
Riquezas são diferentes<br />
Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Riquezas são diferentes<br />
Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Fracos, doentes, aflitos, carentes<br />
Riquezas são diferentes<br />
O Sol não causa mais espanto<br />
Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Cores, raças, castas, crenças<br />
Riquezas são diferenças<br />
A morte não causa mais espanto<br />
O Sol não causa mais espanto<br />
A morte não causa mais espanto<br />
O Sol não causa mais espanto<br />
Miséria é miséria em qualquer canto<br />
Riquezas são diferentes<br />
Cores, raças, castas, crenças<br />
Riquezas são diferenças<br />
Índio, mulato, preto, branco<br />
Filhos, amigos, amantes, parentes<br />
Fracos, doentes, aflitos, carentes<br />
Cores, raças, castas, crenças<br />
Em qualquer canto miséria<br />
Riquezas são miséria<br />
Em qualquer canto miséria”<br />
</em><br />
O filme (curta metragem) se chama “Chicken a La Carte” de Ferdinand Dimadura  &#8211; diretor de cinema filipino &#8211; e segundo informações foi eleito pelo público como o melhor (mais popular) do Festival de Berlin em fevereiro de 2006.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BJbhHhU_n0k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BJbhHhU_n0k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Erros que destroem um lider</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 14:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando os resultados são favoráveis, a liderança normalmente não é questionada. Entretanto, basta que as coisas não aconteçam dentro do previsto (lucratividade, custos, entregas, etc&#8230;) para  que a inquisição corporativa, na sua busca por culpados, cole a fotografia de alguns em alvos para que a organização arremesse seus dardos  envenenados. Não se preocupe. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os resultados são favoráveis, a liderança normalmente não é questionada. Entretanto, basta que as coisas não aconteçam dentro do previsto (lucratividade, custos, entregas, etc&#8230;) para  que a inquisição corporativa, na sua busca por culpados, cole a fotografia de alguns em alvos para que a organização arremesse seus dardos  envenenados. Não se preocupe. Isso não acontece em empresas como a que eu ou você trabalhamos. Isso só acontece nas empresas dos outros&#8230;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-126" title="jack" src="http://conversacorporativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/jack2.jpg" alt="jack" width="250" height="180" />Sabemos, brincadeiras à parte, da importância das lideranças e da responsabilidade delas no destino das organizações. São elas que tomam as decisões, certas ou erradas, que definem o caminho para o sucesso ou insucesso.<br />
Jack Zenger e Joseph Folkman, respectivamente presidente e gerente geral da <a href="http://www.zfco.com">Zenger/Folkman</a> &#8211; consultoria americana voltada para o desenvolvimento de lideranças – buscaram respostas para uma pergunta simples:<br />
<strong>Por que um líder naufraga?</strong></p>
<p>Pesquisaram mais 11 mil líderes e descobriram 10 erros fatais cometidos por eles:<br />
1-	Não tem energia e nem entusiasmo;<br />
2-	Aceita seu próprio desempenho medíocre;<br />
3-	Não tem visão e nem rumos claros;<br />
4-	Não tem Capacidade de discernimento (tirocínio);<br />
5-	Não é colaborativo;<br />
6-	Não faz o que prega;<br />
7-	Resiste a novas idéias;<br />
8-	Não aprende com erros;<br />
9-	Não tem bom relacionamento interpessoal;<br />
10-	Não forma pessoas.<br />
O interessante é que apesar de a primeira vista essa lista parecer óbvia, segundo a pesquisa, os líderes ineficazes não percebiam que estavam agindo de modo errado.  Acreditavam que estavam fazendo tudo de forma correta.<br />
Cabe a pergunta: Será que no dia-a-dia, nós ou nossos lideres não estão cometendo alguns destes erros e pensando que estão fazendo o certo? Olhos abertos meus amigos&#8230;</p>
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		<title>Conversa corporativa &#8211; Vamos falar sobre organizações</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 11:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sejam bem-vindos.
Gostaria  de fazer um convite  para entrarmos em uma sala aconchegante, onde teremos  boas conversas a respeito das organizações.
A idéia é criarmos momentos de reflexões e de compartilhamento de opiniões.
Vamos falar de estratégia e de estrategistas, de liderança e de líderes,  de vendas e de vendedores, de questões e de questionamentos, muitos questionamentos, afinal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sejam bem-vindos.</p>
<p>Gostaria  de fazer um convite  para entrarmos em uma sala aconchegante, onde teremos  boas conversas a respeito das organizações.</p>
<p>A idéia é criarmos momentos de reflexões e de compartilhamento de opiniões.</p>
<p>Vamos falar de estratégia e de estrategistas, de liderança e de líderes,  de vendas e de vendedores, de questões e de questionamentos, muitos questionamentos, afinal de contas, são as perguntas que movimentam o mundo&#8230; Deixo esse vídeo da campanha publicitária do Canal Futura que fala bem disso.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yBa17C0yn6w&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yBa17C0yn6w&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>A difícil arte de trocar os bonés</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 15:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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Uma boa parte dos problemas do mundo estaria resolvida se simplesmente fôssemos capazes de praticar a empatia. Não é fácil. O se colocar no lugar do outro requer o mínimo de maturidade e evolução que exige sacrifícios para se alcançar. O preço a ser pago está intimamente ligado e é diretamente proporcional ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong> </strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="100%"><span> </span></td>
</tr>
<tr>
<td width="100%"></td>
</tr>
<tr>
<td width="100%">Uma boa parte dos problemas do mundo estaria resolvida se simplesmente fôssemos capazes de praticar a empatia. Não é fácil. O se colocar no lugar do outro requer o mínimo de maturidade e evolução que exige sacrifícios para se alcançar. O preço a ser pago está intimamente ligado e é diretamente proporcional ao tamanho do orgulho pessoal (aquele dos sete pecados capitais).</p>
<p>No ambiente mercadológico as coisas não são diferentes e o orgulho muitas vezes predomina, principalmente na relação clientes e gestores. Somos clientes exigentes e gestores nem sempre excelentes, com o &#8220;foco do cliente&#8221; claro em nossas mentes. Entendo que é papel do gestor assumir a responsabilidade da relação da empresa com os clientes, apesar desse trabalho estar delegado a cada componente da sua equipe.</p>
<p>Talvez, até inconscientemente, pensamos que a cabeça do cliente tem um tamanho diferente da cabeça de um gestor e por isso, ainda que sejamos a mesma pessoa, não conseguimos alternar os dois bonés.</p>
<p>Acreditamos piamente que nós e nossa organização somos os melhores em tudo o que fazemos. Ao pensarmos assim, nos damos o direito de criticar de maneira incisiva os produtos de nossos concorrentes. Não que não devêssemos fazê-lo quando necessário. É uma obrigação nossa para com a sociedade, para com o próximo, assumirmos o papel de guardiões da qualidade para que outros seres humanos não passem pelo que às vezes passamos em balcões de lojas, restaurantes, bares, SACs, entre outros locais de penitência que nos permitimos freqüentar de vez em quando. É que se olhássemos para dentro das nossas empresas, veríamos o quanto ainda temos que caminhar nesse sentido.</p>
<p>Talvez tudo mudasse se nos colocássemos no lugar dos nossos clientes e nos perguntássemos: Será que estaríamos satisfeitos se fôssemos consumidores dos nossos produtos?</p>
<p>A maioria dos gestores é complacente quando olham para os próprios umbigos e encontram desculpas para coisas que jamais perdoariam se estivessem do outro lado, como clientes. Vale a pena pensar: Nós não fazemos isso?</p>
<p>Alguns presidentes de empresas já despertaram para essa salutar troca de bonés. Vão até a sua central de atendimento para ouvir os clientes e buscam, através da empatia, entende-los e resolver os seus problemas. Colocam o boné de clientes para entender e o boné de gestor para resolver os problemas rapidamente.</p>
<p>Esses, talvez, já começam a descobrir o caminho para o paraíso.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Pessoas &#8211; Cinco ações em busca da excelência</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 15:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um treinamento recente, uma participante, proprietária de uma loja, me fez o seguinte questionamento: Como fazer para conseguir uma equipe excelente?
Com certeza essa dúvida não é só dela. Essa é uma pergunta que ocupa um bom pedaço da mente de uma grande parte dos profissionais que exercem o papel de gestores. Não existem fórmulas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um treinamento recente, uma participante, proprietária de uma loja, me fez o seguinte questionamento: Como fazer para conseguir uma equipe excelente?</p>
<p>Com certeza essa dúvida não é só dela. Essa é uma pergunta que ocupa um bom pedaço da mente de uma grande parte dos profissionais que exercem o papel de gestores. Não existem fórmulas mágicas para isso. Entretanto, existem algumas maneiras de se melhorar a performance da organização, através das pessoas, executando alguns procedimentos, nem sempre simples mas, eficazes. Vamos a eles:</p>
<p>    * Contrate pessoas que gostem de gente, sintam-se felizes em se relacionar, tenham atitudes adequadas ao seu tipo de negócio e que sejam empáticas. Ao conseguirem se colocar no lugar dos outros, principalmente dos clientes, terão uma visão de &#8220;solução&#8221; e não de produto. Pessoas de difícil relacionamento, além dos problemas inerentes a isso, têm o agravante de contaminar o grupo. Uma maçã podre pode por toda caixa a perder;<br />
    * Conheça sua equipe, seus pontos fortes e pontos que precisam de melhorias. Saiba o que os leva a se motivarem, se energizarem e o que produz efeito contrário em cada um deles. Essa análise deve ser feita individualmente, uma vez que cada componente da equipe tem particularidades que devem ser levadas em consideração. É um desafio colocar o indivíduo certo no lugar certo. Só se consegue isso conhecendo bem as pessoas e a empresa;<br />
    * Tenha um plano de desenvolvimento das habilidades pessoais de cada componente da sua equipe. Habilidades podem e devem ser melhoradas, principalmente as que têm relação com os clientes;<br />
    * Elimine o amadorismo. Transforme os membros da sua equipe em profissionais gabaritados, que tenham todo o conhecimento técnico necessário para que consigam um desempenho superior nas suas atividades diárias. É importante que tenham conhecimento sobre o mercado em que estão inseridos, sobre a empresa em que trabalham e sobre o negócio dos seus clientes. Só assim conseguirão apresentar propostas que agreguem valor a eles;<br />
    * Tenha indicadores formais de desempenho e um plano de recompensa que seja do conhecimento de todos. Nesse ponto, procure ser o mais justo possível e não deixe de destacar os que possuem desempenho superior. Eles servirão de exemplo para todos os componentes da equipe.</p>
<p>Os pontos a serem levados em consideração não se restringem a estes, mas ao praticar as cinco ações descritas anteriormente, a chance de se construir uma equipe capaz de um desempenho superior sai do empírico, da sorte, para algo mais próximo do científico, aumentando suas chances de sucesso.</p>
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